Empresas: Governo relança programa Adaptar com alterações
Em Conselho de Ministros, no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), o executivo anunciou o 'Adaptar 2.0', para "adaptação e modernização de estabelecimentos comerciais, financiando investimentos na adaptação ao contexto covid-19, em frentes de loja, áreas de acesso ao público", entre outras, segundo informação divulgada.
Além disso, será lançado o 'Adaptar+', de "consultoria para adaptação ao contexto covid (e pós-covid), com vista a auxiliar e estimular microempresas a atualizar e remodelar os seus estabelecimentos e unidades de produção", de acordo com o PEES e o "Comércio.pt" com vista à transação digital das PME.
Em suma, apoio a novas áreas de negócio e adaptação do comércio
- Comércio.pt: Criação de incentivos à transição digital do modelo de negócio das micro e pequenas empresas, mediante a promoção do comércio eletrónico (apoio à adesão a plataformas já existentes, reformulação dos websites, etc.);
- ADAPTAR 2.0: Adaptação e modernização de estabelecimentos comerciais, financiando investimentos na adaptação ao contexto COVID-19, em frentes de loja, áreas de acesso ao público, etc;
- ADAPTAR+ : Consultoria para adaptação ao contexto-COVID (e pós-COVID), com vista a auxiliar e estimular microempresas a atualizar e remodelar os seus estabelecimentos e unidades de produção.
Não foram divulgados valores para estas iniciativas.
O programa Adaptar original tinha como objetivo apoiar as empresas para a "adaptação aos novos modelos de funcionamento nesta fase de reabertura de grande parte da atividade económica nacional, garantindo o cumprimento das normas estabelecidas pelas autoridades sanitárias".
No entanto, a semana passada, o presidente do IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, Nuno Mangas, confirmou que os apoios aos microempresários no âmbito do programa, no montante de 50 milhões de euros, lançados em 15 de maio, estavam esgotados, não estando previsto, nessa altura, reforço de verbas.
"Não tenho informação que vá haver reforço da componente das microempresas", disse Nuno Mangas, na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação.
O IAPMEI recebeu um total de 12.930 candidaturas ao programa dirigido às microempresas (até 10 trabalhadores) e que contemplava um apoio em 80% a fundo perdido para despesas entre os 500 e os 5.000 euros, sendo elegíveis as realizadas desde 18 de março, data da declaração do estado de emergência.
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